Sei o que quero e o que não quero. Perdoem a elipse discursiva, mas é algo tão meu... Posso dizer-vos o fim da história: não sei se o encontrarei, se será possível... Sei que eu retribuirei completa e arrebatadoramente!...
Sentiremos e dançaremos sempre ao som da mesma música de Verão!E não só!...
"As maiores loucuras são as mais sensatas alegrias, pois tudo que fizermos hoje ficará na memória daqueles que um dia sonharão em ser como nós: loucos, porém, FELIZES…" Kurt Donald Cobain
domingo, 30 de maio de 2010
Alea jacta est
A noite hoje foi fantástica! Porque eu estava diferente, porque eu pensei diferente, porque eu falei diferente, porque eu sou diferente, porque eu deixei voltar a minha tão amada "loucura", porque sorri e ri, porque estava de bem com o mundo e voltei a brincar, e acharam-me piada. Hoje a noite deu-me o impulso para, quem sabe, talvez, renascer!
"Vini, vidi, vici!" Braga, às vezes até é engraçada... no tempo dos romanos!"...et pluribus unum."
"Vini, vidi, vici!" Braga, às vezes até é engraçada... no tempo dos romanos!"...et pluribus unum."
afectos, efectivamente
Relações tensas. Elas existem. E são perturbadoras. Seja com os amigos, com os amores, com a família. Desgastam tanto! E pouco há a fazer, a não ser dentro de nós. Os outros só mudam se quiserem e nós também. É urgente não nos sentirmos afectados pelas tensas relações. Elas não são boas. Há algumas hipóteses: ou abandonámo-las, ou aceitámo-las ou... Sofremos.
Temos que saber quem somos, o que pensamos, o que sentimos, o que queremos e seguir esse caminho. É uma tarefa muito árdua. Porque mesmo havendo quem pragueje alto dizendo: mas EU sei tudo isso! A verdade é que são poucas, pouquíssimas as pessoas que se conhecem bem, se amam e respeitam a si e aos outros, ao ponto de não permitir... relações tensas. Não interessam. Não nos dizem respeito. Já fui e sou muito criticada. E sofro com isso. Porque penso que todos têm razão menos eu. E essas pessoas sabem que têm esse mesquinho poder. Vou colocar as formas verbais no passado. Porque como já escrevi algures, há que dizer a quem amamos o que sentimos que deve ser dito. Mas SEMPRE despojado de orgulho, soberba, insegurança, frustração, prazer malévolo em magoar. Há que dizer as coisas com AMOR. O Amor Universal. Se assim não for, raivas, ressentimentos, mágoas espalham-se pelo Universo! E isso é tão contra-natura... Se eu consigo?... Não, nem sempre... Mas asseguro-vos, e quem realmente me conhece (número felizmente tão redizido!), sabe que é uma das minhas lutas! Não quero saber do que pensas de mim. Quero que me aceites tal como sou. Se não o conseguires fazer... eu seguirei o meu caminho, porque não quero que nenhuma energia negativa me perturbe.
Somos humanos... pois é... e, por isso, não agimos linearmente. Mas, por sermos humanos temos o dever que é divino de transformar.
Quando alguém vos elogiar, mas logo, logo a seguir se auto-elogia... Quando alguém repete constantemente que estás errado (a)... Quando alguém se esconde atrás do seu próprio ego e a nada responde, porque "pode ter um ataque de nervos" (ai, que medo!)... Quando alguém vos julgar e a seguir... não continua a conversa... Quando alguém vos criticar negativamente (sem Amor) e isso lhe der prazer, um prazer não de rir "a bandeiras despregadas", mas o prazer de dizer a si mesmo "eu sou assim, e não mudo"... Quando alguém vos vir chorar e não quiser saber por que rolam as lágrimas, dizendo coisas tão fantásticas "como deixa lá", "pois é..." "Isso passa..." "Não leves tudo tanto a sério" e afins... Fujam! Literalmente, Fujam! É só uma questão de tempo: começas a sentir-te cansado (a), deprimido, de manhã, à tarde, de noite... E para quê? Porquê? Deixa-os... Sacode o pó do caminho e segue o teu, que é muito diferente.
Aprendo comigo, com o Universo e com algumas, tão pouquíssimas, mas tão maravilhosas pessoas! E garanto-vos, o número é mesmo reduzidíssimo, mas basta.
Abraço e entrelaço para sempre essas pessoas. Aquilo que desejo para mim (que é muito e muito bom!) desejo para elas!
Quem faz o outro sorrir, floresce a cada novo dia! Amén.
Temos que saber quem somos, o que pensamos, o que sentimos, o que queremos e seguir esse caminho. É uma tarefa muito árdua. Porque mesmo havendo quem pragueje alto dizendo: mas EU sei tudo isso! A verdade é que são poucas, pouquíssimas as pessoas que se conhecem bem, se amam e respeitam a si e aos outros, ao ponto de não permitir... relações tensas. Não interessam. Não nos dizem respeito. Já fui e sou muito criticada. E sofro com isso. Porque penso que todos têm razão menos eu. E essas pessoas sabem que têm esse mesquinho poder. Vou colocar as formas verbais no passado. Porque como já escrevi algures, há que dizer a quem amamos o que sentimos que deve ser dito. Mas SEMPRE despojado de orgulho, soberba, insegurança, frustração, prazer malévolo em magoar. Há que dizer as coisas com AMOR. O Amor Universal. Se assim não for, raivas, ressentimentos, mágoas espalham-se pelo Universo! E isso é tão contra-natura... Se eu consigo?... Não, nem sempre... Mas asseguro-vos, e quem realmente me conhece (número felizmente tão redizido!), sabe que é uma das minhas lutas! Não quero saber do que pensas de mim. Quero que me aceites tal como sou. Se não o conseguires fazer... eu seguirei o meu caminho, porque não quero que nenhuma energia negativa me perturbe.
Somos humanos... pois é... e, por isso, não agimos linearmente. Mas, por sermos humanos temos o dever que é divino de transformar.
Quando alguém vos elogiar, mas logo, logo a seguir se auto-elogia... Quando alguém repete constantemente que estás errado (a)... Quando alguém se esconde atrás do seu próprio ego e a nada responde, porque "pode ter um ataque de nervos" (ai, que medo!)... Quando alguém vos julgar e a seguir... não continua a conversa... Quando alguém vos criticar negativamente (sem Amor) e isso lhe der prazer, um prazer não de rir "a bandeiras despregadas", mas o prazer de dizer a si mesmo "eu sou assim, e não mudo"... Quando alguém vos vir chorar e não quiser saber por que rolam as lágrimas, dizendo coisas tão fantásticas "como deixa lá", "pois é..." "Isso passa..." "Não leves tudo tanto a sério" e afins... Fujam! Literalmente, Fujam! É só uma questão de tempo: começas a sentir-te cansado (a), deprimido, de manhã, à tarde, de noite... E para quê? Porquê? Deixa-os... Sacode o pó do caminho e segue o teu, que é muito diferente.
Aprendo comigo, com o Universo e com algumas, tão pouquíssimas, mas tão maravilhosas pessoas! E garanto-vos, o número é mesmo reduzidíssimo, mas basta.
Abraço e entrelaço para sempre essas pessoas. Aquilo que desejo para mim (que é muito e muito bom!) desejo para elas!
Quem faz o outro sorrir, floresce a cada novo dia! Amén.
sábado, 29 de maio de 2010
continuation
Querem mais? Eu quero:) Ah! o meu sobrinho está em Lisboa, na fase final do Concurso de Leitura, a nível nacional! O meu orgulho...Por muitas razões. !
Bisous
Il y a des mots et des chansons magnifiques...
j'ecrit seulemente pour moi. Me sent bien dans ce moment à écrire quelque chose dans une langue que n'est pas la miene. Cést romantique, liberateur... O meu pensamento é imenso e não conseguiria continuar a escrever assim. Em inglês, com certeza, mas seria como comer lagosta com água...
Entretanto, a música embala-me e eleva-me...
Quero voar qual pássaro com asas de desejo. Quero rir qual criança ao ver o brinquedo perfeito. Quero nadar qual sereia em alto-mar. Quero dançar qual flamingo de corpo esbelto. Quero comer quais deuses perante a ambrósia. Quero beber qual gatinho com a sua pata, cerrando os olhos. Quero correr qual gazela em liberdade. Quero respirar qual rafeiro a sentir o dono. Quero amar, vivendo "la vie en rose"!
"Et quand tu me prens dans tes bras... Me dit des mots d'amour... Il me parle de bonheur... Maintenant c'este moi pour lui, lui pour moi dans la vie...
Já cantei muitas vezes esta canção. Perdoem-me o francês, mas há momentos em que preciso de deixar fluir a minha alma... Como diz uma muito querida amiga: bisous...
j'ecrit seulemente pour moi. Me sent bien dans ce moment à écrire quelque chose dans une langue que n'est pas la miene. Cést romantique, liberateur... O meu pensamento é imenso e não conseguiria continuar a escrever assim. Em inglês, com certeza, mas seria como comer lagosta com água...
Entretanto, a música embala-me e eleva-me...
Quero voar qual pássaro com asas de desejo. Quero rir qual criança ao ver o brinquedo perfeito. Quero nadar qual sereia em alto-mar. Quero dançar qual flamingo de corpo esbelto. Quero comer quais deuses perante a ambrósia. Quero beber qual gatinho com a sua pata, cerrando os olhos. Quero correr qual gazela em liberdade. Quero respirar qual rafeiro a sentir o dono. Quero amar, vivendo "la vie en rose"!
"Et quand tu me prens dans tes bras... Me dit des mots d'amour... Il me parle de bonheur... Maintenant c'este moi pour lui, lui pour moi dans la vie...
Já cantei muitas vezes esta canção. Perdoem-me o francês, mas há momentos em que preciso de deixar fluir a minha alma... Como diz uma muito querida amiga: bisous...
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Hummm... o café
"Uma lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que suas cabras ficavam mais espertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o facto, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.
O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e, no século XVI, o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia.
Na Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco-otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.
O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta Maomé. No entanto, o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época."
Perdoem-me esta extensa informação, mas há nas lendas um "não sei o quê" de verdade e magia.
"Vamos tomar café"; Um dia destes tomamos café?" Rituais que podem apenas significar "vamos encontrar-nos..." Mas já me conhecem... Não é sobre a convivência social do café nem da metonímia que vou falar... Já me conhecem...
Comprei uma serigrafia que adoro! Os tons, cheiros de África embrenham-na (bem, a moldura custou mais que a serigrafia, mas é bom sobre-elevar os nossos caprichos- que eu direi desejos- às vezes...
Eu não devo beber café. Ponto. Mas é impossível! Claro que o faço, quando sei como o meu espírito poderá reagir.
Sinto a forma dos grãos, sempre que posso... Por mim, caminhava sobre eles, despia-me perante eles, desfalecia em amor...Absorvo as histórias de calor e sensualidade que exalam... Descrevo-o... Intenso, colorido, odor de terras que nem sei se existem, mas que quero percorrer... Cerro os olhos, insufluo as narinas e escuto músicas e gentes calorosas... Entrego-me ao sabor, não antes do odor... Acorda os meus cinco sentidos... acorda, mima, equlibra...
Um príncipe enlouqueceu por amor. Chamava-se Iani. A loucura fê-lo percorrer o karma dos loucos. Trancado no castelo, no corpo e na alma, desceu às profundezas do inferno. Na fogueira dos perdidos, atiçada com raiva, desdém e ódio, intolerava o calor... Lembrou-se de tudo. Do amor perdido, da vida faustosa, da futilidade, da devassidão. Irina estava lá. viu-o. Num gesto animalesco, Iani, gritou, blasfemou, trovejou... Ela percebeu que nem ali ele conseguia ter paz... Irina era bela. Belíssima. Os seus cabelos eram a grande confusão de lúcifer! Não queimavam, não encrespavam, não mudavam a cor! Irina entrelaçava as mãos. Sempre. "Piedade!" Pensava o dono do desterrro humano. Não, Irina agarrou em vida uns grãos. Passo à frente pormenores... Iani desistiu até da morte. Ela tinha consigo o veneno destinado ao inferno. Uns grãos que começou a desfazer com as suas mãos queimadas, solitárias. Deitou o pó, deles extraído, na caldeira preferida do mestre. Uma nuvem inebriante começou a formar-se... Iani desconheceu-se, mas reconheceu Irina. Abraçaram-se e elevaram-se nesta nuvam, tão leve, mas tão consistente. O que fez lúcifer? Deiixou-os partir. Hein??? Pois é... Há magia até nos momentos mais finitos, e infinitamnte derradeiros. Ainda hoje, diz-se que o mestre do desterro morre de amores pele nuvem que paira. Iani e Irina? É uma história que foi esquecida, menos pelas almas que absolvidas do corpo se deixam guiar pelos sentidos... Já nada é como nos contaram...
Eu, sempre que posso, onde quer que esteja e com quem esteja, acordo os meus sentidos, afasto a fogueira irada e continuo a saber da história de Iani e Irina, na companhia de um café...
O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e, no século XVI, o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia.
Na Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco-otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.
O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta Maomé. No entanto, o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época."
Perdoem-me esta extensa informação, mas há nas lendas um "não sei o quê" de verdade e magia.
"Vamos tomar café"; Um dia destes tomamos café?" Rituais que podem apenas significar "vamos encontrar-nos..." Mas já me conhecem... Não é sobre a convivência social do café nem da metonímia que vou falar... Já me conhecem...
Comprei uma serigrafia que adoro! Os tons, cheiros de África embrenham-na (bem, a moldura custou mais que a serigrafia, mas é bom sobre-elevar os nossos caprichos- que eu direi desejos- às vezes...
Eu não devo beber café. Ponto. Mas é impossível! Claro que o faço, quando sei como o meu espírito poderá reagir.
Sinto a forma dos grãos, sempre que posso... Por mim, caminhava sobre eles, despia-me perante eles, desfalecia em amor...Absorvo as histórias de calor e sensualidade que exalam... Descrevo-o... Intenso, colorido, odor de terras que nem sei se existem, mas que quero percorrer... Cerro os olhos, insufluo as narinas e escuto músicas e gentes calorosas... Entrego-me ao sabor, não antes do odor... Acorda os meus cinco sentidos... acorda, mima, equlibra...
Um príncipe enlouqueceu por amor. Chamava-se Iani. A loucura fê-lo percorrer o karma dos loucos. Trancado no castelo, no corpo e na alma, desceu às profundezas do inferno. Na fogueira dos perdidos, atiçada com raiva, desdém e ódio, intolerava o calor... Lembrou-se de tudo. Do amor perdido, da vida faustosa, da futilidade, da devassidão. Irina estava lá. viu-o. Num gesto animalesco, Iani, gritou, blasfemou, trovejou... Ela percebeu que nem ali ele conseguia ter paz... Irina era bela. Belíssima. Os seus cabelos eram a grande confusão de lúcifer! Não queimavam, não encrespavam, não mudavam a cor! Irina entrelaçava as mãos. Sempre. "Piedade!" Pensava o dono do desterrro humano. Não, Irina agarrou em vida uns grãos. Passo à frente pormenores... Iani desistiu até da morte. Ela tinha consigo o veneno destinado ao inferno. Uns grãos que começou a desfazer com as suas mãos queimadas, solitárias. Deitou o pó, deles extraído, na caldeira preferida do mestre. Uma nuvem inebriante começou a formar-se... Iani desconheceu-se, mas reconheceu Irina. Abraçaram-se e elevaram-se nesta nuvam, tão leve, mas tão consistente. O que fez lúcifer? Deiixou-os partir. Hein??? Pois é... Há magia até nos momentos mais finitos, e infinitamnte derradeiros. Ainda hoje, diz-se que o mestre do desterro morre de amores pele nuvem que paira. Iani e Irina? É uma história que foi esquecida, menos pelas almas que absolvidas do corpo se deixam guiar pelos sentidos... Já nada é como nos contaram...
Eu, sempre que posso, onde quer que esteja e com quem esteja, acordo os meus sentidos, afasto a fogueira irada e continuo a saber da história de Iani e Irina, na companhia de um café...
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Le Petit Prince
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