Não me peçam para aceitar. Pavilhão de Nanotecnologia (a escolha incidia em 3 cidades: Madrid, Santiado e... tcharam: Braga). Hotel Meliã. Bragaparque. Fantasmas à nascença no domínio de Brácara Augusta. Eram sonantes e imponentes os nomes dos conquistadores. São sonantes e deprimentes os nomes das manifestações de cultura, lazer e turismo desta cidade.
Não percebo NADA de política. Mas sei o que se passa. Tanto investimento. Tanto tormento. Não se fala, fala-se em surdina, receia-se.
Dêem-me a Bracalândia e eu prometo não voltar a dizer "aquilo era muito mal explorado!"
Dêem-me uma cidade de harmonia e qualidade de vida, dêem-me um país que eu queira escrever em maiúsculas! Que solidão! Deixam-nos terrivelmente livres! Dêem-me um país Humanista, um país de Esperança. Tenho tanta coisa para dizer! Incrivelmente, nunca imaginei sentir fecharem-me a boca. "Votar é um direito, um dever cívico" É um país, uma cidade de cegos e surdos! Idolatra-se o que é perfidamente conveniente. Não é bom viver em Braga! Enquanto tiver que acordar 20 minutos mais cedo por causa de obras sistemáticas, nos mesmos sítios! Enquanto estiver à espera que o pavilhão transforme a cidade e o mundo, enquanto olhar um mamarracho que mais parece a torre de controlo de um mundo surreal, enquanto tiver que subir e descer com o carrinho de compras durante uma tarde... Enquanto, de vez enquanto, tiver que ver a cidade em obras e obras e projectos falhados, e falta de espaços VERDES e... Não me digam, por favor, "É bom viver em Braga!"
Com decepção! O terceiro mundo envernizado com massimo duti!
"As maiores loucuras são as mais sensatas alegrias, pois tudo que fizermos hoje ficará na memória daqueles que um dia sonharão em ser como nós: loucos, porém, FELIZES…" Kurt Donald Cobain
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Untitled...
Penso que sou a sereia
Serei eu a voz que encanta
Enquanto os outros baixinho
Baixam os olhos de espinhos
Lancetando a vida alheia?
Alheais-vos do que ouvistes
Escutando cantos tristes
Torturando aquele encanto
Da música lenta e branda que nunca mais outra vistes
À meia noite em ponto
Indelével como a passagem do tempo
Ela surge sufocando-se em esperanças
Que o tempo rega
O Canto? O Canto?
Onde está?
Nas histórias de magia
De um livro inacabado.
Canta| Canta Sereia!
Deixa os pés dos que cá estão
Pisar apenas a areia
Sem saber por onde vão.
Canta, pois cantar é desfazer
O feitiço de duende
Que qualquer forma assume
E ninguém sabe o que quer.
Canta, para a multidão que surda
Te quer emudecer.
Deixa, porque apenas um sonho basta
Para se ser o que se quer.
Canta alto, canta baixinho
Mas que a tua voz de carinho
Faça a montanha abraçar-te!
Que a tua cauda de peixe
No hibridismo do ser
Seja chamada de humana
E afinal só quem não sabe quem és
Se confunde nas marés
E chama-te desordeira
O céu é igual!
Mas que ideia a tua?
Quereres que o teu canto
Seja mais verdadeiro que a mágica luz da Lua...
Corre, corre e abraça
Entrelaça a voz e o corpo
Vibra, vibra
Não pares de sonhar
Outrora foste miragem
Desapareceste quando te aproximaste
Não te mintas
Agarra a cauda
E caminha na certeza
De que a cauda em que seguras
São os pés da viajante
Que trémulos mesmo ainda
Mostram ao Mundo a Verdade
Em permanente Beleza.
Serei eu a voz que encanta
Enquanto os outros baixinho
Baixam os olhos de espinhos
Lancetando a vida alheia?
Alheais-vos do que ouvistes
Escutando cantos tristes
Torturando aquele encanto
Da música lenta e branda que nunca mais outra vistes
À meia noite em ponto
Indelével como a passagem do tempo
Ela surge sufocando-se em esperanças
Que o tempo rega
O Canto? O Canto?
Onde está?
Nas histórias de magia
De um livro inacabado.
Canta| Canta Sereia!
Deixa os pés dos que cá estão
Pisar apenas a areia
Sem saber por onde vão.
Canta, pois cantar é desfazer
O feitiço de duende
Que qualquer forma assume
E ninguém sabe o que quer.
Canta, para a multidão que surda
Te quer emudecer.
Deixa, porque apenas um sonho basta
Para se ser o que se quer.
Canta alto, canta baixinho
Mas que a tua voz de carinho
Faça a montanha abraçar-te!
Que a tua cauda de peixe
No hibridismo do ser
Seja chamada de humana
E afinal só quem não sabe quem és
Se confunde nas marés
E chama-te desordeira
O céu é igual!
Mas que ideia a tua?
Quereres que o teu canto
Seja mais verdadeiro que a mágica luz da Lua...
Corre, corre e abraça
Entrelaça a voz e o corpo
Vibra, vibra
Não pares de sonhar
Outrora foste miragem
Desapareceste quando te aproximaste
Não te mintas
Agarra a cauda
E caminha na certeza
De que a cauda em que seguras
São os pés da viajante
Que trémulos mesmo ainda
Mostram ao Mundo a Verdade
Em permanente Beleza.
Pormenores
Quando se ensina sem saber, o melhor é estar calado! Quando nos pedem para falar sem querer ouvir efectivamente o que sentimos e dizemos, o melhor é não perguntar.
Outra Heroína
Pelo pulsar do meu ventre percebo... Afago-o... Responde-me... Inquieta-me...
Agora quero-o sentir... Escutar... Apenas...
Respostas que nunca soube dar. É só escutar. De imediato. O primeiro pulsar. E tudo fica desvendado. Se não me deram a força, agora tenho outra força. Cá dentro... Muito maior. Como nunca imaginei...
Agora quero-o sentir... Escutar... Apenas...
Respostas que nunca soube dar. É só escutar. De imediato. O primeiro pulsar. E tudo fica desvendado. Se não me deram a força, agora tenho outra força. Cá dentro... Muito maior. Como nunca imaginei...
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Forças
Quanto mais quis dizer o que senti, mais magoada fui. Pela indiferença, arrogância, inconsciência, manipulação de quem me magoou. Doeu a resposta, a mensagem, a imagem. Doeu-te e ti? Tenho a certeza. Porém, está no sangue dos cobardes continuar a disparar em quem já está sem vida.
O mundo está cheio de vazio. Nunca penses que sabes o que o outro sabe muito bem.
Na impetuosidade dos relâmpagos, ilumina-se o que parece escondido. E é nessa mescla de escuridão e luz que o Universo mostra o poder sobre os fracos. Podes até olhar as estrelas. O que sentes? Podes cheirar as flores do campo. O que te inspira? Podes ver o pôr do sol. O que te emociona? Podes mergulhar no mar? O que te arrepia? Podes sentir o calor morno da terra. O que choras por amor? Podes querer amar. O que te move? Podes ver uma criança? O que te diz? "Sete piratas sobre um caixão, oh, oh, oh oh oh, e uma garrafa de rum..."
O coração só está em paz quando a mente se pacifica. Mas que interessa isso? Nada! E então apaziguar os outros em detrimento do ego... Perda de tempo! "Eu gosto é do verão":) mas estou preparada para o inverno:)... "Sete piratas sobre um caixão, oh, oh, oh oh oh, e uma garrafa de rum..."
Amanhã vai trovejar. Boa! Rujamos como os trovões e incandesçamos como os raios!
O mundo está cheio de vazio. Nunca penses que sabes o que o outro sabe muito bem.
Na impetuosidade dos relâmpagos, ilumina-se o que parece escondido. E é nessa mescla de escuridão e luz que o Universo mostra o poder sobre os fracos. Podes até olhar as estrelas. O que sentes? Podes cheirar as flores do campo. O que te inspira? Podes ver o pôr do sol. O que te emociona? Podes mergulhar no mar? O que te arrepia? Podes sentir o calor morno da terra. O que choras por amor? Podes querer amar. O que te move? Podes ver uma criança? O que te diz? "Sete piratas sobre um caixão, oh, oh, oh oh oh, e uma garrafa de rum..."
O coração só está em paz quando a mente se pacifica. Mas que interessa isso? Nada! E então apaziguar os outros em detrimento do ego... Perda de tempo! "Eu gosto é do verão":) mas estou preparada para o inverno:)... "Sete piratas sobre um caixão, oh, oh, oh oh oh, e uma garrafa de rum..."
Amanhã vai trovejar. Boa! Rujamos como os trovões e incandesçamos como os raios!
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Le Petit Prince
Como mulher, passei por histórias que a maioria dos seres com que me cruzo consideram, hum... treta. Sim. Não tenho quaisquer dúvidas. P...